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domingo, 24 de novembro de 2013

Conteúdo original nacional da Netflix depende de mais assinantes

Jonathan Friedland com Ted Sarandos

Hoje apareceu na Folha uma reportagem comentando a possibilidade da Netflix investir em produções nacionais de peso, como House of Cards foi para os EUA. O comentário de Jonathan Friedland, executivo chefe de comunicação da empresa, foi direto: "Só começamos a produzir conteúdo original nos EUA quando chegamos a 20 milhões de membros. No Brasil, a produção vai ser proporcional às assinaturas. Por enquanto, estamos dando atenção às sitcoms".

Friedland estava se referindo a especiais e minisséries como "A Toca", de Felipe Neto. Outros projetos estariam em andamento, mas não há detalhes. Há algum tempo, apareceu por aqui a possibilidade de uma nova série com Rafinha Bastos.

Sobre o Brasil, Friedland disse que ""Nós estamos crescendo em um ritmo estável [...], tanto no número de assinante quanto no de horas assistidas". A Netflix não divulga a quantidade de assinantes na América Latina. O executivo falou também sobre as necessidades locais do serviço: ""Uma preocupação grande é ter legenda em tudo e estar disponível em todo tipo de equipamento". Reed Hastings, CEO da empresa, já havia falado a respeito.

Fonte: Folha

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