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sexta-feira, 12 de agosto de 2016

'The Get Down' agrada a crítica especializada mas sem muitos arroubos


"The Get Down" foi lançada hoje na Netflix e as primeiras críticas especializadas estão positivas. Já a crítica do público está trazendo os pontos positivos e negativos da série mais cara da Netflix (custou um total de 120 milhões de dólares). Mas o investimento parece ter valido a pena e resta aguardar a adesão total do público para mais essa produção original do serviço de streaming.

A nota da série no IMDB está boa, sendo 8,2 no total e o primeiro episódio foi avaliado com um 9,2. Já no Metacritic a nota agregada foi 70/100, 5 pontos abaixo de "Stranger Things". Já o jornal The New York Times fez uma avaliação interessante. "No episódio de 90 minutos estréia, que Luhrmann dirigiu, o resultado é relativamente indolor, até mesmo divertido. As cores são brilhantes, a edição suave, o elenco cativante". O jornal também destacou que "a trilha sonora é de propulsão, mas não surpreendente".

No Brasil, as críticas estão parciais. A crítica da editoria de entretenimento da revista Veja, do grupo Abril, mostra que o resultado da série dirigida no primeiro episódio, e produzida pelo autêntico Baz Luhrmann (de "Moulin Rouge" e "Romeu + Julieta", filmes com referências visuais muito fortes), foi "no mínimo interessante, em partes, inovador — em outras, caótico". Porém, a revista apontou "o episódio piloto sofre com longos momentos de tédio e não empolga o espectador a permanecer na jornada da história".

A série acompanha a vida de seis jovens do South Bronx, em Nova York, que no verão de 1977 começaram a usar a música e a moda como forma de expressão em um bairro dominado pela pobreza e violência. Com sprays, passos de dança ousados e rimas na ponta da língua, integraram uma revolução que criou todo um estilo de vida e comportamento.

O elenco principal de "The Get Down" é formado por nomes conhecidos e outros novatos em que a plataforma decidiu apostar. Jaden Smith, filho do ator Will Smith, interpreta na série um jovem grafiteiro de influências psicodélicas. Giancarlo Esposito, famoso pelo papel do traficante Gus Fring em Breaking Bad, dá vida a um pastor de sermões incendiários.

Outros seis episódios estão programados para 2017.



2 comentários :

  1. Essa série é incrível, simplesmente o que cada um de nós bboys ja sabíamos refletida agora numa série mais que perfeita... Esses criticos não sabem de nada... A crítica de quem viu o hip hop surgir vale mais e vem das ruas.

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  2. Essa série é incrível, simplesmente o que cada um de nós bboys ja sabíamos refletida agora numa série mais que perfeita... Esses criticos não sabem de nada... A crítica de quem viu o hip hop surgir vale mais e vem das ruas.

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