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segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Resenha: "iBoy", um super-herói tecnológico


Na sexta feira (27) estreou "iBoy", filme de ficção científica/super-herói da Netflix. Apesar de não ser uma superprodução, o filme tem suas virtudes e entretém o espectador.

Tom (Bill Millner) é um adolescente comum que toma um tiro ao interromper uma gangue que atacava sua amiga Lucy (Maisie Williams). A bala passa pelo celular e aloja pedaços do aparelho no cérebro de Tom, que percebe então poder controlar eletrônicos à distância. Com o codinome de iBoy, o garoto terá que tentar proteger sua amiga Lucy da gangue, que continua muito próxima e ameaçadora, enquanto busca por vingança.

"iBoy" começa num ritmo rápido, e em menos de dez minutos o protagonista já está experimentando seus poderes. Infelizmente a velocidade se perde um pouco durante a história, mas o filme tem uma autenticidade da Londres periférica moderna.

O casal Tom e Lucy tem carisma - em parte devido ao carinho que guardamos por Maisie Williams, a redentora dos Stark em Game of Thrones. "iBoy" também tem detalhes interessantes no modo de mostrar a cidade, com tons escuros e janelas brilhantes de forma que os prédios sempre parecem hubs e modems gigantescos.

O filme se perde um pouco em sua audiência alvo, com uma temática violenta demais para uma história se passando entre adolescentes. Se o protagonista fosse um pouco mais cruel, "iBoy" poderia ser comparado aos violentíssimos filmes coreanos contando histórias de vingança.

"iBoy" não é excelente, mas é melhor que a média das produções da Netflix. A história serve como metáfora para o modo de vida dos adolescentes, sempre online com seus celulares nas mãos. Os aparelhos podem, como no filme, ser uma benção ou uma maldição.

Entre todos os filmes lançados pela Netflix até agora, é o que mais deu indícios de continuação. A recepção está razoável até agora, com nota no IMDb de 6,2. Mais um filme da Netflix voltado a um nicho, mais ou menos bem sucedido.

André Taffarello

10 comentários :

  1. A ideia que gerou o filme foi ótima, mas a execução, nem tanto. O filme se perde num ritmo um pouco lento, numa indecisão do personagem principal em aceitar seus novos poderes, num vai e vem repetitivo na luta contra os vilões. Contudo, concordo com a resenha: está acima da média das produções da Netflix.

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  2. Igual o game Watch dogs...kkk o filme não é tão ruim...

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  3. é um menino que tem que salvar uma menina cujo o crime não tinha culpa e nem foi divulgado com detalhes no filme. Lembra muito Lucy com a Scarlett Johansson. Só que no caso esta é uma historinha machistinha, péssimo roteiro, péssimos enquadramentos. Nota "detestei".

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  4. Eu achei mediano,não é ótimo,bem sessão da tarde. Tem muito filme original otimo na Netflix,Janotville e Beasts of no nation são uns dos...

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  5. O filme de 0 a 10 eu dou nota 3 devido muitas vezes fugir do objetivo central. E também mostrar adolescentes gostando de drogas e muita rebeldia.

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  6. Não dá para entender direito o super poder dele é muito doido. O filme não explica isso,

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